sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Sobre o que resiste.

Pensa com frequência sobre o que resiste ao fim. Seja do amor, da vida, de contratos, do dinheiro ou da leitura. Conclui que são vários os caminhos que levam ao desfecho. No entanto, permanecendo algo, o que fazer? Manter-se a salvo? Arriscar-se? Do que? Por quem?
 

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Daquele lugar.

Ela pensa exaustivamente, serem os outros um bando de incompreensíveis. Necessita, mais que atenção, de afeto. Porém, desaprendeu a ouvir. Seu plano é sair daquele lugar. Mas com frequência se esquece, que é dela a decisão de ficar. Fez da paz uma espécie de tesouro perdido. E perder-se, seu altar.

domingo, 31 de agosto de 2014

quinta-feira, 24 de abril de 2014

(ampulheta)

marco 
          meu 
                 corpo 
                          com 
                                 marcas 
                                             de 
                                                 um 
                                                      quotidiano 
                                                                     qualquer.

segunda-feira, 10 de março de 2014